sábado, 27 de novembro de 2010

IMPRENSA - A Teoria do Agendamento


A Teoria do Agendamento ou Agenda-setting theory, no original, em inglês, é uma teoria de Comunicação formulada por Maxwell McCombs e Donald Shaw na década de 1970. De acordo com este pensamento, a mídia determina a pauta (em inglês, agenda) para a opinião pública ao destacar determinados temas e preterir, ofuscar ou ignorar outros tantos.

- História

As idéias básicas da Teoria do Agendamento podem ser atribuídas ao trabalho de Walter Lippmann, um proeminente jornalista estadunidense. Ainda em 1922, Lippmann propôs a tese de que as pessoas não respondiam diretamente aos fatos do mundo real, mas que viviam em um pseudo-ambiente composto pelas "imagens em nossas cabeças". A mídia teria papel importante no fornecimento e geração destas imagens e na configuração deste pseudo-ambiente.

A premissa básica da teoria em sua forma moderna, entretanto, foi formulada originalmente por Bernard Cohen em 1963: "Na maior parte do tempo, [a imprensa] pode não ter êxito em dizer aos leitores o que pensar, mas é espantosamente exitosa em dizer aos leitores sobre o que pensar" (pág.13).

Ao estudarem a forma como os veículos de comunicação cobriam campanhas políticas e eleitorais, Shaw e McCombs constataram que o principal efeito da imprensa é pautar os assuntos da esfera pública, dizendo às pessoas não "o que pensar", mas "em que pensar". Geralmente se refere ao agendamento como uma função da mídia e não como teoria (McCombs & Shaw, 1972).

- Contexto e Fundamentos

A teoria explica a correspondência entre a intensidade de cobertura de um fato pela mídia e a relevância desse fato para o público. Demonstrou-se que esta correspondência ocorre repetidamente.

Acredita-se que o agendamento ocorra porque a imprensa deve ser seletiva ao noticiar os fatos. Profissionais de notícias atuam como gatekeepers (porteiros) da informação, deixando passar algumas e barrando outras, na medida em que escolhem o que noticiar e o que ignorar. O que o público sabe e com o que se importa em dado momento é, em grande parte, um produto do gatekeeping midiático.

A função de agendamento é um processo de três níveis:

1. Media Agenda (Agenda Midiática) - questões discutidas na mídia
2. Public Agenda (Agenda Pública ou da Sociedade Civil) - questões discutidas e pessoalmente relevantes para o público
3. Policy Agenda (Agenda de Políticas Públicas) - questões que gestores públicos consideram importantes

Um dos debates entre pesquisadores são as questões de causalidade: é a agenda midiática que pauta a agenda da sociedade, ou é vice-versa? Iyengar e Kinder estabeleceram uma relação de causalidade com um estudo experimental no qual identificaram que o priming, a clareza da apresentação e a posição eram todos determinantes da importância dada a uma matéria de jornal. Entretanto, a questão de se há influência da agenda pública na agenda midiática continua aberta a questionamentos.

Para mais informações, ver "Teorias da comunicação", de Mauro Wolf.

- Conceitos importantes

* Gatekeeping - controle sobre a seleção do conteúdo exercido pela mídia e pela imprensa
* Priming - no agendamento, a idéia de que a mídia atrai atenção para alguns aspectos da vida política em detrimento de outros (Baran & Davis, 2000).
* Framing ou Enquadramento - apresentação de conteúdo de forma a orientar sua interpretação em certas linhas predeterminadas
* Time-lag ou Intervalo temporal - o período que decorre entre a cobertura informativa dos meios de comunicação de massa e a agenda do públlico (variável dependente).


WikiPedia


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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

EUA: médicos querem mudar legislação sobre produtos químicos



WASHINGTON, 22 Nov 2010 (AFP) -Puberdade e menopausa precoces, esterilidade... Médicos americanos suspeitam que os produtos químicos, onipresentes em nosso ambiente, são a causa de vários problemas de saúde, sobretudo reprodutivos, e querem mudar a legislação.

"Tenho tratado milhares de pacientes (...), entre os quais homens jovens com uma taxa de espermatozóides muito abaixo da normal ou com câncer de testículos; mulheres jovens, de 17 anos, já na menopausa, e meninas pequenas com sinais de puberdade aos seis ou oito anos" de idade, enumerou na semana passada a doutora Linda Giudice, durante entrevista coletiva.

"Cada vez há mais provas que mostram que contaminantes presentes no meio influem nestes problemas", disse Giudice, que chefia o departamento de obstetrícia e técnicas reprodutivas da universidade da Califórnia, em San Francisco, (UCSF, oeste dos Estados Unidos).

Junto com Tracey Woodruff, diretora do programa de saúde reprodutiva e meio ambiente da UCSF e Andy Igrejas, diretor da campanha da associação ''Safer Chemicals Healthy Families'', Giudice faz um apelo à revisão da legislação americana sobre os produtos químicos, que data de 1976.

Segundo a associação, a lei Toxic Substances Control Act (TSCA) não é suficiente para impedir que os produtos químicos invadam os bens de consumo, mesmo quando existe uma relação comprovada com o aparecimento de câncer, asma, atrasos no aprendizado ou problemas reprodutivos.

De acordo com Giudice, a legislação não acompanhou a presença de produtos químicos no entorno, que se multiplicou por 20 desde 1945.

"Hoje, a exposição aos contaminantes está em todas as partes: no ar, na água, na comida, na bebida, nos cosméticos ou em artigos de farmácia, pesticidas, herbicidas e produtos cotidianos do lar", enumerou.

Alguns produtos foram proibidos há décadas, mas "permanecem na cadeia alimentar", explicou Woodruff. Outros estão presentes nos produtos de limpeza domésticos ou em outros produtos com os quais os consumidores têm contato diário.

Entre as mulheres estudadas, a grande maioria - cujos seios começaram a se desenvolver e tiveram a menarca (primeira menstruação) ainda muito jovens, algumas aos sete anos - apresentaram um nível elevado de substâncias químicas no organismo.

Outros estudos já estabeleceram vínculos entre os produtos químicos e uma série de doenças, da asma ao câncer, passando por problemas cardiovasculares.

Um estudo publicado em setembro na revista Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, da Associação Médica americana, estabeleceu um vínculo entre taxas elevadas de colesterol nas crianças e um produto usado em antiaderentes por fabricantes de panelas e frigideiras para que a comida não grude.

Apesar de tantos indícios, em 34 anos de existência da lei TSCA, apenas cinco produtos químicos foram objeto de uma regulamentação e os projetos de lei apresentados este ano no Congresso para atualizá-la não tiveram continuidade, disse Igrejas.



TERRA




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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Resgatando a Linguagem



Rodrigo Constantino, O Globo


“Quando as palavras perdem seu significado, as pessoas perdem sua liberdade.” (Confúcio)"


O uso adequado das palavras é essencial para a compreensão da realidade. A “linguagem serve para que os homens se entendam e se aproximem”, escreveu Mário Vargas Llosa. Por isso mesmo, aqueles que desejam inviabilizar o pensamento costumam escolher como principal alvo os conceitos das palavras. Os manipuladores deturpam a linguagem para lançar uma nuvem de poeira no raciocínio de suas vítimas.
Em “1984”, George Orwell chamou de duplipensar a “capacidade de guardar simultaneamente na cabeça duas crenças contraditórias e aceitá-las ambas”. O objetivo das autoridades seria a destruição do pensamento independente: "O poder está em se despedaçar os cérebros humanos e tornar a juntá-los da forma que se entender". Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força.
Para Orwell, uma linguagem com regras aceitas e mutuamente compreendidas, era condição indispensável a uma democracia aberta. Karl Popper defendia como um dever de todo intelectual "o cultivo de uma linguagem simples e despretensiosa". E foi além: "Quem não pode falar de modo simples e claro deve calar-se e continuar trabalhando até que possa fazê-lo". Para Isaiah Berlin, a meta da filosofia era sempre “ajudar os homens na compreensão de si mesmos e assim operar na claridade, e não loucamente, no escuro".
Infelizmente, várias palavras importantes perderam seu significado com o tempo. Democracia é um bom exemplo. Basta lembrar que as ditaduras socialistas se diziam “repúblicas democráticas”, ou que para o presidente Lula há “excesso de democracia” na Venezuela de Chávez. Democracia não pode ser a simples tirania de uma maioria manipulada. Ela pressupõe certas instituições sólidas. A mais básica delas é a liberdade de imprensa, tão ameaçada atualmente. O “controle social” almejado por alguns não passa de um disfarce para a velha censura.
Outro conceito bastante deturpado é justamente o de “social”, termo vago que acabou perdendo totalmente seu sentido objetivo. “Social” passou a ser uma palavra mágica, que cria automaticamente uma finalidade desejável. Qualquer meio para este “nobre” fim passa a ser justificável. “Tudo pelo social!”, clamam os autointitulados “progressistas”, que no fundo lutam sempre contra o verdadeiro progresso, fruto do capitalismo liberal.
O austríaco Hayek chegou a realizar um estudo com várias expressões terminadas em “social”. Sua conclusão foi que o termo se tornou extremamente confuso, servindo mais para prejudicar a compreensão do que para elucidar. Quando alguém fala em “movimentos sociais”, por exemplo, o que isso quer dizer na prática? Em inúmeros casos, tais movimentos abusam das leis e praticam atos violentos. O MST invade propriedades privadas, alegando lutar pela “justiça social”. Basta usar a palavra mágica que todo tipo de crime parece liberado.
Outro exemplo de mau uso da linguagem é o termo “contribuinte”, eufemismo que se refere aos pagadores de impostos. Como já diz o nome, imposto não é voluntário. Não somos felizes contribuintes que entregamos rindo quase a metade de nossa renda ao governo. Os americanos usam a expressão correta “tax payer”. Eles falam também “fazer dinheiro”, e não “ganhar dinheiro”, como nós. “Ganhar” dá a entender que o salário é um presente, uma espécie de direito divino, e não a contraparte de uma troca voluntária entre patrão e empregado.
Palavras fazem diferença na cultura de um povo. Mas mesmo os americanos não ficaram livres das manipulações de conceitos. A esquerda lá foi tão eficiente que usurpou até mesmo o termo “liberal”, que passou a ser associado a políticas claramente antiliberais, que pregam sempre maior intervenção estatal na vida dos indivíduos. No Brasil, o termo perdeu totalmente seu sentido, e nossos males são sempre jogados na conta do tal “neoliberalismo”. Porém, como disse Roberto Campos, o “Brasil está tão distante do liberalismo – novo ou velho – como o planeta Terra da constelação da Ursa Maior!”
Para Irving Babbitt, “o sofista e o demagogo florescem numa atmosfera de definições vagas e imprecisas”. Mário Vargas Llosa pensa que "chamar novamente o pão de pão e o vinho de vinho é indispensável, entre outras coisas, para que a liberdade de expressão faça sentido". Se desejarmos ser livres, precisamos antes resgatar a linguagem de seu cativeiro atual. Caso contrário, continuaremos reféns dos demagogos de plantão, que falam em “liberdade” enquanto expandem cada vez mais os tentáculos do Leviatã estatal.


Texto retirado do BLOG de Rodrigo Constantino, que merece ser divulgado.


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sábado, 13 de novembro de 2010

Criador do aeromóvel fala em mobilidade no TEDxPortoAlegre






Coester falou sobre a mente humana e sua incessante descrença em si mesmo












Rafael Maia
Direto de Porto Alegre

Na década de 70, um filho de imigrantes alemães projetou e construiu o primeiro Aeromóvel do mundo, em Porto Alegre. Neste sábado, durante o TEDxPortoAlegre, que se realiza no Theatro São Pedro, na capital gaúcha, Oskar Coester falou sobre a paixão pela mobilidade.

Comentou que no século XVIII, na Europa, era considerado louco qualquer um que imaginasse que um dia os cavalos deixariam de ser o meio de transporte predominantes. Mas o tempo passa, e o mundo muda.

O palestrante usou essa analogia para falar sobre a mente humana e sua incessante descrença em si mesmo. Depois, basicamente apresentou o projeto do Aeromóvel. Em Porto Alegre, instalou-se uma linha-piloto de testes do aeromóvel ainda na década de 80. Mas em Jakarta, na Indonésia, funciona com sucesso desde 1989.

TED e TEDx
O TED surgiu em 1984, na Califórnia ¿ inspirado pelo arquiteto e designer gráfico Richard Saul Wurman, para quem a fusão das três disciplinas (Tecnologia, Entretenimento e Design) ajudava a dar forma ao mundo e impulsionava suas mudanças - como uma conferência anual de quatro dias reunindo ativistas, artistas, políticos e realizadores para dividir novas ideias, em palestras de no máximo 18 minutos. Em sua primeira edição, o TED demonstrou o novo computador Macintosh, a Sony apresentou o CD e o guru da inteligência artificial Marvin Minksy desenvolveu um novo e poderoso modelo da mente. Mas o sucesso não foi o esperado, e apenas seis anos depois se realizou a segunda edição. A partir daí o TED não parou mais, inclusive de crescer, gerando eventos semelhantes, embora autônomos, em diversos lugares do mundo. São os TEDx, com o mesmo espírito e formato, em palestras curtas para expor teorias, experiências e pensamentos que possam inspirar um mundo melhor. O "x" marca a independência do evento. No Brasil, já houve edições do TEDx em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Amazônia.



TERRA






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Dnit investirá 5% do necessário para melhorar rodovias do País



Hermano Freitas
Direto de São Paulo













O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) prevê investir R$ 10 bilhões nos próximos cinco anos em obras de restauração das estradas federais. O número é cerca de 5,5% dos R$ 180 bilhões que a malha rodoviária brasileira precisa para suprir sua demanda reprimida por investimentos, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Neste ritmo, levaria 90 anos para que fossem investidos o volume necessário para corrigir as carências do setor - isso se não surgirem outras.

O Dnit realiza um levantamento anual da condição da malha, que é desenvolvido pelo Sistema de Gerência de Pavimentos do órgão e orienta as ações. De acordo com a pesquisa, que utiliza critérios técnicos e considera a irregularidade da pista (conforto do usuário), defeitos superficiais como trilha de roda, trincas classificadas por categorias, como "panelas" e "remendos". A avaliação classifica como "boa" uma estrada em que não há qualquer falha; "regular" é uma estrada em que haja desníveis ou trincas; "ruim" é uma estrada que apresente buracos. O Dnit estimou em 30% as estradas em condição "regular" de conservação e em 13% as "ruins".

Os investimentos seguem a média anual de R$ 2 bilhões aplicados pelo governo federal em manutenção nos últimos 3 anos e o valor de 2011 está previsto no Orçamento da União. O coordenador de Infraestrutura Econômica do Ipea, Carlos Campos, afirma que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) retomou investimentos em melhoria das estradas, mas adverte que apenas 30% das obras estão em dia, enquanto 70% estão atrasadas.

"Algumas obras são dificultadas por problemas de licenças ambientais e outras foram paralisadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU)", diz. Procurado, o TCU afirmou não ter um cadastro de obras em rodovias embargadas.

Concessões
O Ipea defende mudanças no sistema de concessão de rodovias,como prever o inevitável crescimento da demanda de carga. De acordo com o órgão, em menos de 15 anos o Brasil concedeu à iniciativa privada 14,85 mil km do total de 170 mil km de rodovias pavimentadas (61 mil km federais). Somente o governo federal transferiu 4,76mil km no prazo de 25 anos de concessão. Os estados transferiram 10,090 mil km de rodovias, sendo 4,92mil km em São Paulo, 1,72 mil km no Rio Grande do Sul e 2,54 mil km no Paraná - os três estados com mais concessões.

No entanto, 85% das rodovias ainda precisam de investimentos públicos. As rodovias concedidas representam cerca de 9% de toda as estradas pavimentadas do País. A média mundial de rodovias concedidas é de 2%, segundo números do Ipea.

Prioridade no Norte
O diretor de Planejamento e Pesquisa do Dnit, Jony Marcos Lopes, informou que está prevista no PAC construção e pavimentação de 6,5 mil km de rodovias. "Historicamente, há uma dificuldade de investimentos e uma grande necessidade de atendimento às demandas das populações e da produção a ser escoada", diz.


TERRA


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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Extraterrestres na Antiguidade - History Channel


Programa do "History Channel" sobre a possível presença de
Extraterrestres nos primórdios da civilização humana.

Vale a pena curtir!













Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4


Parte 5


Parte 6


Parte 7


Parte 8


Parte 9


Parte 10



ou clique AQUI para ver automáticamente todas as partes.


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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ministro: Regulação de mídias não afeta liberdade de imprensa


Ana Cláudia Barros

o seu discurso durante a abertura do Seminário Internacional das Comunicações Eletrônicas e Convergência de Mídias, nesta terça-feira (9), em Brasília, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, reiterou que a regulação dos meios eletrônicos não colocará em xeque a liberdade de imprensa.

Entre os propósitos do evento, promovido pelo governo federal, está a discussão sobre a possibilidade de se criar uma agência reguladora com este fim, o que tem sido motivo de críticas de quem considera que a iniciativa será uma forma de controle da informação.

Martins rebateu as ilações, enfatizando que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva "já deu provas de seu compromisso com a liberdade de imprensa", mesmo apanhando dela, muitas vezes, "por preconceito", muitas vezes, "por posições políticas".

-Essa história de que a liberdade de imprensa está ameaçada é uma bobagem. Ela hoje é mais ampla. Liberdade de imprensa não quer dizer que a imprensa não pode ser criticada, observada. Quer dizer que a imprensa é livre, não necessariamente, boa. Ela não está arranhada, quando se faz crítica a algum órgão - provoca, destacando ainda que o debate sobre o marco regulatório "custou a chegar".

............

Aham, tá bom.

TERRA

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Como é ser deputado na Suécia





Bom, para você ver como é um país correto, desta forma, não tem como os políticos gananciosos (o que leva à corrupção) quererem estar no poder. Com certeza, desta forma, as pessoas que querem ser parlamentares, querem porque querem melhorar o país, e não porque querem dinheiro. Isso sim. Não podemos dar chance a corrupção, já que a educação no Brasil não permitiu que tivéssemos ética e senso de comunidade, cidadania e humanidade.



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domingo, 7 de novembro de 2010

Construtoras ajudam a eleger 54% dos novos congressistas

As empreiteiras mais que triplicaram o volume de doações para os políticos que se elegeram para o Congresso neste ano em relação a 2006. Dos congressistas eleitos, 54% receberam recursos das construtoras em 2010, um total de R$ 99,3 milhões, informa reportagem de Silvio Navarro e Breno Costa, publicada neste domingo pela Folha.

Levantamento feito pela Folha nas prestações de contas disponíveis no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostra que 306 congressistas que assumirão mandatos em fevereiro (264 deputados e 42 senadores) receberam contribuições de construtoras.

Há quatro anos, as empreiteiras declararam ter doado R$ 32,6 milhões (valores corrigidos pela inflação). A conta tem apenas uma ressalva: este ano foram disputadas 27 vagas a mais no Senado do que em 2006, quando foi eleito apenas um senador para cada Estado.

As empreiteiras superaram com folga outros tradicionais doadores, como bancos, mineradoras e empresas ligadas ao agronegócio.


FOLHA




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sábado, 6 de novembro de 2010

Balão Caseiro Vai ao Espaço e Volta Intacto !

Numa experiência totalmente "caseira", ao estilo do Filme "UP", um grupo de americanos resolveu lançar uma câmera HD para o espaço, presa a um balão metereológico.
A ideia era mandá-lo para a estratosfera e registrar toda aquela escuridão acima da Terra.
O experimento, batizado de "Brooklyn Space Program" foi feito em ambiente "família", com os filhos dos "cientistas" participando dos experimentos ativamente por 8 meses.
Após verficar os padrões de vento do dia, o balão foi lançado ao espaço no dia 25 de agosto de 2010, lançado da cidade de Newburgh,Nova York, USA.
Junto com o balão e a câmera eles mandaram um iPhone, que enviaram as coordenadas de sua localização por GPS,para o resgate da câmera e o endereço/telefone do "cientista", caso não conseguissem resgatar a câmera e alguem achasse a câmera.
Em 2 minutos, o balão já tocava a base das nuvens a 3000 pés(914 metros), :P , com 24 minutos, o balão atingia a marca de 30000 pés(9144 metros) :!:
Com 40 minutos de vôo e a 60000 pés(18.288 metros), o balão recebia ventos com mais de 100 milhas por hora(+160 kms).
Em 1 hora de vôo o balão atinge 90000 pés(27.432 metros) e ficando com um diâmetro de 18 metros, chegando praticamente ao ponto de ruptura.
Com 70 minutos de vôo, o balão explode a 100000 pés, a 30 Kms de altura, e começa a descer a 150 milhas por hora :o
Como já sabiam que o balão iria se romper e colocaram um mini paraquedas para o resgate.
Com o paraquedas aberto e a câmera descendo a 15 Milhas por hora, o GPS começa a transmitir para a "equipe" de terra o local do resgate.
A "viagem até o espaço" durou pouco menos de duas horas e o balão enfrentou ventos de 160km/h e temperatura de 60 graus negativos.
Surpreendentemente, o balão caiu a apenas 48 quilômetros ao norte do local de onde foi lançado.
A bateria da câmera quase chegou até o fim - ela acabou apenas dois minutos antes do pouso. Mas graças às coordenadas de GPS enviadas pelo iPhone, o balão pôde ser encontrado a direira da Represa de Sturgeon Pool, no topo de uma árvore, praticamente intacto, na calada da noite, brilhando por causa de um LED.

Escrito por aqui.

É impressionante, o vídeo:

Homemade Spacecraft from Luke Geissbuhler on Vimeo.

Nasa que se cuide!

Site dos caras: http://www.brooklynspaceprogram.org/BSP/Home.html
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Sarney admite possibilidade de Congresso recriar CPMF



A defesa de alguns governadores eleitos e do próprio presidente do PSB e governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos, da volta da cobrança da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) repercutiu no Senado. O presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), disse hoje (5) que apesar de a presidente eleita, Dilma Rousseff, ter dito que não pensa em qualquer proposta neste sentido nada impede que o Congresso tome a iniciativa.

"Isso não impede que aqui dentro das casas do Congresso tenha a iniciativa parlamentar restaurando a CPMF", disse Sarney. Ele acrescentou que a primeira alteração neste sentido já foi apresentada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE).

O líder do Democratas, Antonio Carlos Júnior (DEM-BA), por sua vez, ponderou que com uma oposição numericamente mais fraca em 2011, os parlamentares terão que "jogar pesado" para evitar que a iniciativa prospere. "Vamos trabalhar para segurar", acrescentou o parlamentar. A criação da Contribuição Social de Serviços (CSS), que tramita na Câmara, nada mais é do que a recriação da CPMF, destacou o democrata.

“Todos sabemos – e a própria presidente eleita parece pensar o mesmo – [a necessidade] de uma reforma no sistema tributário nacional, que desonere a produção e prestação de bens e serviços e que fortaleça o pacto federativo. O Brasil não precisa de mais impostos”, ressaltou o líder do DEM.

O vice-líder do PSDB, Álvaro Dias (PR), qualificou de "escabro e escárnio" qualquer tentativa dos governadores ou da presidente eleita de levar adiante a ideia. Com a mesma avaliação do colega do DEM, de a oposição trabalhar com um bloco bem mais reduzido – no Senado, o número de parlamentares contrário ao governo cai de 33 para 22 – Dias afirmou que esses partidos terão que se desdobrar para conseguir uma dissidência na base governista que impeça o andamento da matéria.


UOL

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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

McLanche Feliz é banido em São Francisco, nos EUA


McDonald's só poderá distribuir brinquedos se produto tiver menos de 600 calorias

por Redação Galileu


A cidade de São Francisco, na Califórnia (EUA), aprovou na última terça-feira uma lei que bane o McLanche Feliz em suas lanchonetes a partir de dezembro de 2011.

De acordo com a nova lei, as lanchonetes de fast-food só poderão distribuir brinquedos em alimentos com menos de 600 calorias e menos de 640 miligramas de sódio. Além disso, os produtos deverão oferecer frutas e vegetais. Atualmente, um McLanche Feliz com cheesburguer e batata-frita pequena tem cerca de 700 calorias e 1.040 miligramas de sódio, segundo dados do McDonald's.

"Nós estamos profundamente decepcionados com a decisão", afirmou Danya Proud, porta-voz do McDonalds. "Não é isso o que nossos clientes querem", disse. A empresa afirmou que pesquisas mostram que a proposta do governo de São Franciso é "irrealista" porque as crianças não são propensas a comer os tipos de refeições estipuladas pelo decreto.


Os defensores da nova legislação afirmam que as novas normas são destinadas a melhorar o valor nutricional das refeições dos jovens, buscando reduzir os índices de obesidade infantil. "Este é um desafio para a indústria alimentícia para pensar sobre a saúde das crianças em primeiro lugar", afirmou Eric Mar, um dos autores da lei, em um comununicado citado pela NPR.

Com a nova legislação, São Francisco se torna a primeira cidade dos EUA a proibir restaurantes de oferecer brinquedos grátis com refeições que contenham uma determinada quantidade de calorias, gordura e açúcar.



Revista Galileu





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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O Chefe - O Livro de Ivan Patarra



Nos dois governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diversos casos de corrupção sacudiram o País. O mais grave ficou conhecido como escândalo do mensalão. Dirigentes do PT foram denunciados por montar uma organização criminosa. Lula tratou de abafar investigações e proteger correligionários e aliados



Leia o livro AQUI

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terça-feira, 26 de outubro de 2010

EUA encobriram torturas e mortes no Iraque


(AFP) – há 3 dias

DUBAI — A rede de televisão Al-Jazeera divulgou nesta sexta-feira as "principais revelações" do site WikiLeaks, anunciando que o Exército dos Estados Unidos "encobriu" torturas no Iraque e causou a morte de centenas de civis em seus postos de controle militar.

Citando o site, a rede de televisão destacou que o vazamento das informações inclui o acobertamento por parte do Exército americano de tortura realizada pelo Estado iraquiano e "centenas" de mortes de civis nos postos de controle militar dos EUA após a invasão americana de 2003, que derrubou Saddam Hussein.

"Apesar de um dos objetivos da guerra contra o Iraque ser o fechamento dos centros de tortura de Sadam Husein, os documentos do WikiLeaks revelam numerosos casos de tortura e de abuso contra prisioneiros por policiais e soldados iraquianos", destaca a Al-Jazeera.

"Os Estados Unidos sabiam da tortura autorizada pelo Estado iraquiano, mas ordenaram a suas tropas que não interviessem", diz a Al-Jazeera, citando os documentos da WikiLeaks.

Segundo estes documentos, houve ao menos 1.300 casos de abusos e torturas contra presos iraquianos por parte de soldados e policiais iraquianos, destaca a Al-Jazeera.

Os documentos revelam ainda que "centenas de civis iraquianos morreram durante a guerra nos postos de controle do Exército americano".

A emissora divulgou ainda que o vazamento dos documentos, datados de 1 de janeiro de 2004 a 31 de dezembro de 2009, mostra que os Estados Unidos realizaram uma contagem de mortos durante a guerra, apesar de terem desmentido o fato.

"Os documentos confidenciais obtidos pelo WikiLeaks revelam que as forças americanas possuíam um balanço sobre os mortos e feridos iraquianos, mesmo quando o negavam publicamente", afirmou a rede de televisão do Qatar.

Segundo os documentos, ao menos 109 mil iraquianos, 63% civis, morreram no Iraque do início da invasão americana, em março de 2003, até o final do conflito, em 2009.

Os documentos "mostram que o conflito causou, no total, 285 mil vítimas, incluindo os 109 mil mortos".

A secretária americana de Estado, Hillary Clinton, condenou o vazamento, que pode colocar os americanos em perigo.

"Tenho uma forte opinião de que devemos condenar nos termos mais claros o vazamento de qualquer informação por indivíduos ou organizações que coloquem as vidas dos americanos e de seus parceiros" em risco.

O WikiLeaks teve acesso a mais de 400 mil documentos sobre a guerra do Iraque, tornando esse vazamento o maior da história dos EUA.

"A quantidade de documentos secretos é mais de quatro vezes maior que no caso dos arquivos do Afeganistão", anunciou a emissora.

O WikiLeaks enfureceu o Pentágono em julho, ao publicar 77 mil documentos confidenciais dos Estados Unidos sobre a guerra no Afeganistão.

Segundo a Al-Jazeera, os documentos trazem novas informações sobre o assassinato de civis pela empresa de segurança privada americana Blackwater.

"Os arquivos secretos dos EUA revelam novos casos da Blackwater (uma companhia conhecida atualmente como XE) abrindo fogo contra civis, mas nenhuma acusação foi apresentada".

Também foram encontrados nos documentos informações sobre o que chamavam de "envolvimento secreto" do Irã ao financiar milícias xiitas no Iraque.

"Os arquivos detalham a guerra secreta do Irã no Iraque e discutem o papel da Guarda Revolucionária do Irã agindo como um suposto fornecedor de armas para os insurgentes xiitas".

A Al-Jazeera afirma ainda que os documentos incluem relatórios do Exército americano sobre o primeiro-ministro do Iraque, Nuri al-Maliki, "e acusações de sua associação com esquadrões da morte" no Iraque.

O Pentágono alertou que divulgar documentos militares secretos pode colocar em perigo tropas americanas e civis iraquianos.

"Ao relevar informações sensíveis como estas, o WikiLeaks continua colocando em risco as vidas de nossas tropas, de seus parceiros de coalizão e dos iraquianos e afegãos que trabalham conosco", afirmou Geoff Morrell, porta-voz do Pentágono.

Segundo Morrell, os documentos são "essencialmente trechos de eventos, tanto trágicos como banais, e não contam a história toda".

"Dito isso, o período abrangido por esses relatórios tem sido bem documentado nas notícias, nos livros e filmes, e a divulgação desses relatórios não traz uma nova compreensão do passado do Iraque", acrescentou Morrell.

Anders Fogh Rasmussen, secretário-geral da Otan, também afirmou nesta sexta-feira que as vidas dos soldados e civis poderiam ser colocadas em perigo caso o WikiLeaks divulgasse os documentos confidenciais.

Copyright © 2010 AFP. Todos os direitos reservados

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gJzWC5iCvypjObSe3wkc_moN-7lw?docId=CNG.564860bbb0192ee6bb06699764f7b958.631

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Formigas - Waking Life (legendado)




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Banksy Graffiti


Olha só a criatividade desses caras!!!!


http://www.coolpicturegallery.net/2010/10/banksy-graffiti-drawing-beautiful.html





E os Simpsons fizeram sua abertura com grafites do próprio




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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Celular dá câncer, viu?

Bom, já faz um tempo que colocaram uma antena de celular bem na cabeça do meu prédio. Câncer adquirido? Acho que sim.
Óbviamente fiquei com a pulga atrás da orelha(pelo menos por enquanto é só pulga), então decidir fazer aquela difícil pesquisa:
Google> Antenas de celular dá câncer?> e booom. Achei:


Pesquisadores pedem restrições ao uso de celulares (05/05/08)

O primeiro estudo científico que associou a exposição a campos eletromagnéticos de baixa freqüência, como o provocado por antenas de celulares, e a ocorrência de câncer foi publicado em 1979. Milhares de pesquisas e muita polêmica depois, ainda não há consenso sobre a relação entre as antenas, o uso desses aparelhos e a saúde.(é claro né.. as empresas de telefonia são mais ricas que aqueles que tem uma antena na cabeça)
Entretanto, com base no princípio da precaução, pesquisadores de diversas universidades, como a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e a Unicamp, defendem que a população seja alertada sobre os possíveis riscos e que sejam definidas restrições maiores às ERBs (Estações Rádio-Base) - as antenas de celular.(por isso que estou divulgando) Eles querem, além de antenas mais espaçadas umas das outras e com menor potência, que as pessoas usem o celular o mínimo possível.
"Não está sendo respeitado o direito à informação da população. A meu ver, deveriam ser divulgadas recomendações de falar somente o essencial em telefones móveis - celulares ou telefones sem fio", diz Álvaro Almeida de Salles, da Escola de Engenharia da UFRGS.
Ele cita estudos do grupo de Lennart Hardell, do Departamento de Oncologia do Hospital Universitário de Orebo (Suécia)(eee Europeus, sempre mais engajados). "Há um aumento substancial na incidência de tumores cerebrais entre os usuários mais constantes dos celulares e telefones sem fio, coincidindo com o lado da cabeça em que normalmente eles são usados. Os resultados somente aparecem para períodos iguais ou maiores que dez anos."(no meu caso daqui 5 anos já terei um câncer fresquinho, não, não vou não. Eu como muitos alimentos que recuperam DNA)
Um dos estudos foi publicado neste ano no periódico "International Journal of Oncology". Anos atrás, porém, o Conselho Nacional de Proteção Radiológica do Reino Unido (malandros) criticou pesquisas de Hardell com conclusão parecida, dizendo que lhes faltava precisão estatística.
Numa ação na Justiça para a retirada de uma antena, a posição de Vitor Baranauskas, da Faculdade de Engenharia Elétrica da Unicamp, é apresentada. Para ele, enquanto os usuários podem desligar o celular se o desejarem, os vizinhos das ERBs, que nem sempre têm aparelhos, "recebem uma dose adicional de radiação no ambiente durante 24 horas do dia, por vários anos, sem benefício".(meu caso)
Não criemos pânico
Para Sérgio Koifman, epidemiologista da Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz), é importante não gerar pânico na população. De acordo com ele, o fumo é um fator de risco para câncer muito mais preocupante.
De toda forma, ele concorda que deve ser adotado o princípio da precaução e avalia que o aparelho precisa ser utilizado com moderação. "O celular não é um meio de comunicação para usar de forma contínua."
Koifman ressalta que na Inglaterra, por exemplo, existe a recomendação para as crianças não usarem esse telefone móvel. "O cérebro da criança tem um crescimento muito intenso durante a infância", afirma.
O advogado João Carlos Peres, presidente da Abradecel (Associação Brasileira de Defesa dos Moradores e Usuários Intranqüilos com Equipamentos de Telefonia Celular), afirma que é "lobby da indústria" a versão de que os estudos até hoje são inconclusivos. Ele cita estudos na Alemanha e em Israel, publicados em 2004, que indicam que pessoas que vivem próximas a antenas têm mais risco de desenvolver câncer.
O Ministério Público do Rio de Janeiro instaurou uma investigação para analisar o impacto do uso de celulares para a saúde dos usuários. O inquérito foi motivado pela divulgação de uma pesquisa em que o médico Vini Khurana, da Faculdade Nacional de Medicina da Austrália, afirma que há oito estudos clínicos que indicam uma ligação entre o uso de celulares e certos tumores no cérebro. O estudo é contestado por uma organização que reúne diversos institutos científicos do país para pesquisar a radiofreqüência.
Legislação diferente
Algumas regiões têm mais restrições para antenas e celulares. Em março, foi aprovada uma diretriz estadual no Rio que prevê que as antenas não podem ser colocadas a uma distância horizontal inferior a 100 m de escolas,(tem uma escola na frente do meu prédio) 50 m de residências ou 30 m de teatros.
Em São Paulo, uma lei estadual determina que o ponto de emissão de radiação da antena deverá estar, no mínimo, a 30 m de distância da divisa do imóvel onde estiver instalada.(a antena tá uns 10 m)
Uma lei municipal de Porto Alegre determina que as empresas que vendem celulares são obrigadas a distribuir, "no ato da venda, material explicativo" com informações sobre a radiação e cuidados a tomar.
A Associação Nacional das Operadoras Celulares questiona na Justiça as normas de Porto Alegre e de São Paulo - o argumento é que Estados e municípios não têm competência para legislar sobre o assunto.
Fonte: Afra Balazina / Folha de S.Paulo

retirado do site: http://www.natureba.com.br

Bom, não sei se espero pra poder processar quando eu estiver morrendo, ou se ligo no call-center... putz. Desencana. (vou me mudar pra Cajamar)

Você sabia que o câncer é a doença mais lucrativa? Para mim é um complozinho entre as indústrias de telecomunicações e as indústrias farmacêuticas.


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Pára e pensa.




Por imycena

Pára e pensa: a realidade do dinheiro

O dinheiro é hoje essencialmente virtual. Tem por realidade uma sequência de 0 e 1 nos computadores dos bancos. A maior parte do comércio mundial tem lugar sem papel-moeda, apenas 10% das transacções financeiras diárias correspondem a trocas económicas no “mundo real”. Os mercados financeiros constituem um sistema próprio de criação de dinheiro virtual, de lucro não baseado em criação de riquezas reais. Graças ao jogo dos mercados financeiros (que permite transformar em benefícios as oscilações das tendências), os cuidadosos investidores podem ser declarados mais ricos por uma simples circulação de electrões em computadores. Esta criação de dinheiro sem criação de riquezas económicas correspondentes é textualmente a definição da criação artificial de moeda que a lei proibe aos falsificadores e que a ortodoxia económica liberal proibe aos estados. É por conseguinte possível e legal para um número restrito de beneficiários. Para compreender o que é realmente o dinheiro e para que serve, invertemos o proverbial “tempo é dinheiro” para dinheiro é tempo. Dinheiro é o tempo. O que permite comprar o tempo do outro, o tempo necessário para produzir os produtos ou serviços que consumimos. Dinheiro sem a correspondente criação de riqueza (tempo) é falso.

Pára e pensa: os atributos do poder

As organizações multinacionais privadas dotam-se progressivamente dos atributos do poder dos estados: redes de comunicação, satélites, serviços de informações, ficheiros sobre os indivíduos, instituições judiciais. A etapa seguinte e final para estas organizações será obter a parte do poder militar e policial correspondente à sua nova potência, criando as suas próprias forças armadas porque os exércitos e polícias nacionais não são adaptados à defesa dos seus interesses no mundo. A prazo os exércitos são chamados a tornarem-se empresas privadas, prestadores de serviços a trabalhar sob contrato com os estados, ou não importa qual cliente privado capaz de pagar os seus serviços. Na etapa derradeira deste plano, os exércitos privados servirão os interesses das grandes multinacionais e atacarão os estados que não se dobrarem às regras da nova ordem económica. Em antecipação, este papel é assumido pelo exército dos Estados Unidos, o país melhor controlado pelas multinacionais.

Pára e pensa: estratégias e objectivos para o controlo do mundo

Os responsáveis do poder económico são quase todos do mesmo mundo, dos mesmos meios sociais. Conhecem-se, encontram-se, compartilham as mesmas visões e os mesmos interesses. Por conseguinte compartilham naturalmente a mesma visão do futuro ideal do mundo. Portanto é natural que atribuam a si próprios uma estratégia que sintonise as suas acções respectivas para objectivos comuns, induzindo situações económicas favoráveis à realização dos seus objectivos, nomeadamente:

* Enfraquecimento dos estados e do poder político. Desregulamentação. Privatização dos serviços públicos.
* Desobrigação total dos estados e da economia, incluindo sectores da educação, da investigação e a prazo, da polícia e do exército, destinados a tornarem-se sectores exploráveis por empresas privadas.
* Dívida dos estados mantida através da corrupção, de trabalhos públicos inúteis, de subvenções dadas às empresas sem contrapartida, ou às despesas militares. Após a montanha de dívidas acumuladas os governos são forçados às privatizações e ao desmantelamento dos serviços públicos.
* Precarização dos empregos e manutenção d’ um nível de desemprego elevado, mantido graças às deslocalizações e a globalização do mercado de trabalho. Isto aumenta a pressão económica sobre os assalariados, então prontos para aceitar não importa que salário ou condições de trabalho.
* Redução das ajudas sociais, para aumentar a motivação do desempregado a aceitar não importa que trabalho a não importa qual salário.
* Impedir a subida das reivindicações salariais no Terceiro Mundo mantendo regimes totalitários ou corrompidos. Se os trabalhadores do Terceiro Mundo fossem melhor remunerados, quebraria o princípio das deslocalizações e a alavancagem exercida no mercado trabalho e nas sociedades ocidentais. Isto é por conseguinte um ferrolho estratégico essencial que deve ser preservado custe o que custar. A famosa ” crise asiática” de 1998 foi desencadeada com o objectivo de preservar este ferrolho.

Pára e pensa: a informação desapareceu

Desde o início dos anos 90, a informação desapareceu progressivamente dos meios de comunicação social destinados ao grande-público. Os noticiários emitidos pela televisão continuam a existir mas foram esvaziados de conteúdo. Um jornal emitido por televisão contém no máximo 2 a 3 minutos de informação verdadeira. O resto é constituído de assuntos ” magazine”, de reportagens anedóticas, factos diversos, curiosidades e reality-shows sobre a vida diária. As análises de jornalistas especializados, bem como as emissões de informação quase foi totalmente eliminada. A informação reduz-se doravante à imprensa escrita lida por uma minoria de pessoas. O desaparecimento da informação é o sinal tangível que o nosso regime político alterou de natureza.

Pára e pensa: a ilusão da democracia

A democracia já deixou de ser uma realidade. Os responsáveis das organizações que exercem o poder real não são eleitos e o público não é informado das suas decisões. A margem da acção dos estados é cada vez mais reduzida por acordos económicos internacionais sem que os cidadãos sejam consultados ou informados. Todos os tratados elaborados nestes cinco últimos anos (GATT, OMC, AMIGO, NTM, NAFTA) visam um objectivo único: a transferência do poder dos estados para organizações não eleitas num processo chamado ” globalização”. Note-se que proclamar a suspensão da democracia provocaria uma revolução, assim foi decidido manter uma democracia de fachada e paralelamente deslocar o poder real para novos centros. Os cidadãos continuam a votar, mas o seu voto foi esvaziado de qualquer conteúdo. Votamos por responsáveis sem poder real algum, como tal não há diferença alguma entre um programa político de “esquerda” ou de “direita”. Para resumir, nós não podemos escolher o prato mas podemos escolher o molho. O prato chama-se “nova escravatura” com molho de direita apimentada ou molho de esquerda agridoce.

Pára e pensa: a anatomia do Poder

Os verdadeiros mestres do mundo não são mais os governos, mas os líderes dos grupos multinacionais financeiros ou industriais e das opacas instituições internacionais (FMI, Banco Mundial, OCDE, OMC, bancos centrais). Ora estes líderes não são eleitos apesar do impacto das suas decisões sobre a vida das populações. O poder destas organizações exerce-se à dimensão planetária, enquanto que o poder dos estados é limitado à dimensão nacional. Além disso, o peso das sociedades multinacionais nos fluxos financeiros há muito excedeu o dos estados, são também as principais fontes de financiamento dos partidos políticos de todas as tendências e na maior parte dos países, estas organizações estão de facto acima das leis e do poder político, acima da democracia.


...

A equipe do NarizVirtual ® achou interessante divulgar este texto que está circulando por e-mail por considerá-lo bastante pertinente.

Se alguém for detentor dos direitos sobre o mesmo, favor avisar-nos.

Obrigado

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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Os sete vales - um mapa espiritual sufi - por Osho

Para todos que se encontram em um caminho espiritual, principalmente no caminho espiritual medidativo, prático.

Esse texto é uma mapa sobre as evoluções e as fases que você irá se encontrar neste caminho de evolução da consciência. Muitos ainda se encontrarão no primeiro vale, apenas, alguns poucos no segundo vale, menos, menos ainda no terceiro. E quase ninguém no quarto. Porém, de certa forma, podemos encontrar alguns minis-vales espontâneos ao longo da vida. Recomendo fortemente esse texto. Quem medita já há algum tempo entenderá melhor.

O texto aqui: Os Sete Vales: por Osho

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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Ceará aprova criação de conselho para controlar a mídia



FILIPE MOTTA
DE SÃO PAULO

A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou ontem (19) proposta de implementação do Conselho de Comunicação Social no Estado. Para que o órgão entre em atividade é preciso a assinatura do governador Cid Gomes (PSB) e uma nova avaliação da Casa.

O projeto segue a esteira da Conferência Nacional da Comunicação realizada em dezembro do ano passado pelo governo federal, em Brasília. Nela foi proposta a criação desses conselhos em todos os Estados.

Segundo o texto do projeto, o conselho será vinculado à Secretaria da Casa Civil do Ceará. Além de acompanhar a produção pública e estatal de comunicação, o projeto prevê o monitoramento dos demais veículos de comunicação locais e a elaboração de uma política estadual de comunicação.

Também está previsto "monitorar, receber denúncias e encaminhar parecer aos órgãos competentes sobre abusos e violações de direitos humanos nos veículos de comunicação no Estado do Ceará". O texto não explicita quais são os órgãos competentes para julgar as denúncias, nem apresenta punições aos veículos.

Se aprovado, o conselho será composto por 25 membros --sete representantes de governo, Assembleia e escolas de comunicação; oito dos proprietários dos meios de comunicação; e dez da sociedade civil, incluindo o sindicato de jornalistas e movimento estudantil. Os mandatos serão de dois anos e os membros não receberão pagamento.

O Sindicato dos Jornalistas do Ceará é favorável ao projeto, de autoria da deputada Rachel Marques (PT).

O governador foi procurado para comentar o assunto na tarde hoje, mas sua assessoria afirmou que ele estava em reunião com os secretários e não havia previsão de término.


FOLHA


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