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terça-feira, 30 de agosto de 2011

David Icke - The Lion Sleeps No More



EXCELENTE palestra do mestre David Icke onde ele trata de assuntos da atualidade:
conspirações, sociedades secretas, política, sistema monetário, política e etc...

E ainda sugere uma versão  surpreendente sobre a  existência e função da LUA.


sábado, 2 de julho de 2011

Dinheiro e Galinhas



 (...)
Vamos imaginar que um granjeiro estava no mercado da vila e queria comerciar por um cesta de maçãs. Ele não tinha com ele suas galinhas, assim ele pode escrever uma nota para o vendedor das maçãs intitulando-o a vir a sua granja a qualquer tempo e pegar duas galinhas sadias. O granjeiro seria capaz de ir embora com sua cesta de maçãs e então competiria ao dono das maçãs visitar a fazenda um dia para fazer cumprir a nota e pegar suas duas galinhas. Por tanto tempo quanto as pessoas acreditem na habilidade do granjeiro em honrar suas notas, ele será capaz de utiliza-las para troca.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Entenda o porque da miséria no mundo


video

Dívida pública sobe 0,67% em maio, para R$ 1,74 trilhão


Alexandro Martello Do G1, em Brasília

Despesa com juros foi o fator que impulsionou a dívida no mês passado.
Pelo planejamento do Tesouro, dívida pode atingir R$ 1,93 trilhão em 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

Colapso Econômico, Fome e Miséria Programados e Iminentes

Alex Jones:







Retirado do "fimdostempos.net" no YouTube.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Ex-jogador pede revolução contra bancos e atrai seguidores


O ex-jogador diz que vai tirar seu dinheiro do banco nesta terça
Foto: Getty Images

Lúcia Müzell Jardim
Direto de Paris





Conhecido por declarações sobre campos bem diferentes dos de futebol, o ex-jogador francês Eric Cantona - um ídolo na França e na Inglaterra, onde fez carreira - atraiu milhares de seguidores em uma proposta de destruição do sistema bancário. Em outubro, Cantona sugeriu em um vídeo que as pessoas retirassem todo o dinheiro que mantêm nos bancos, e na semana passada o ex-craque prometeu, em entrevista ao jornal Libération, que faria a sua parte nesta terça-feira.
"A revolução é muito simples de ser feita hoje. Ao invés de ir às ruas fazer quilômetros de manifestações, você vai ao banco da sua cidade e retira todo o teu dinheiro", conclamou o ex-atacante da seleção francesa e ídolo do Manchester United, argumentando que se 20 milhões de pessoas decidem fazer o mesmo, o sistema bancário desmoronaria. "É uma revolução sem armas, nem sangue. Estou constatando essa estranha solidariedade que está nascendo, então, sim, no dia 7 de dezembro, eu irei ao banco", reiterou na quarta-feira, ao Libération.

A polêmica foi imediata. Os meios de comunicação franceses repercutiram a declaração e em poucas horas os internautas começaram a se manifestar em sites e em redes sociais, afirmando que fariam o mesmo. "O dinheiro dos bancos é o nosso dinheiro e nós o ganhamos com muito suor. Temos o direito de fazermos o que bem entendermos com ele", disse Jean-Jacques Saliou, uma das pessoas que promete acompanhar Cantona na "revolução". "Não podemos continuar pagando os salários milionários dos grandões das finanças sem dizer nada", afirmou Evelyne Maller.

O rumor aumentou a tal ponto que a ministra da Economia Christine Lagarde comentou assunto, dizendo que "existem pessoas que jogam magnificamente futebol, mas eu não me arriscaria. Acho que cada um tem de se concentrar nas suas competências".

No sábado - quando o número de aderentes à iniciativa em uma página do Facebook chegava a 34 mil -, foi a vez do ministro do Orçamento, François Baroin, ser mais severo nos comentários, chamando a iniciativa de "grotesca e irresponsável". "Cantona como conselheiro financeiro não pode ser levado a sério. Cada um na sua área", disse Baroin.A ideia de Cantona já cruzou as fronteiras: na Bélgica, a cenarista Géraldine Feullien abriu um site, Bankrun2010.com, através do qual espera conquistar seguidores no mundo inteiro. O endereço tem tradução em oito línguas. "Com ou sem a nossa contribuição, esse sistema bancário atual irresponsável vai explodir mais cedo ou mais tarde. O melhor é nos prevenirmos e agirmos desde já, guardando o nosso dinheiro em casa ou em bens", defendeu Feuillien. "Independente dos resultados desta ação, as pessoas terão a ocasião de pensar sobre o imenso golpe que representa o sistema monetário de hoje. É o momento de se exigir que se construa um outro que seja verdadeiramente a serviço do cidadão."Apesar da mobilização, especialistas afirmam que as chances de uma catástrofe são mínimas. Mesmo que todas as pessoas que prometem publicamente seguir o ex-jogador de fato retirem as economias do banco amanhã, esse movimento em massa representaria apenas 0,07% da população da França, a contar pelas manifestações na internet.Antes de mais nada, nem todos poderiam retirar o dinheiro da conta amanhã mesmo, porque os bancos não têm liquidez para isso, ressaltou o economista Jézabel Couppey-Soubeyran, da Universidade Paris 1 - Panthéon-Sorbonne. Ele disse, no entanto, que se 20 milhões de pessoas decidissem retirar o seu dinheiro ao longo de alguns dias, essa atitude colocaria os bancos em risco. "Não é o mais adequado a se fazer para se rebelar, porque, por mais descontentes que estejamos, o nossos sistema todo ainda depende dos bancos." Sem liquidez, os bancos cessariam os pagamentos e as poupanças dos correntistas seriam as primeiras prejudicadas. Os juros explodiriam e provocariam a alta das taxas de inflação, levando a economia inteira de um país ao desequilíbrio, já que os financiamentos - e consequentemente, os investimentos - ficariam suspensos. A revolução prejudicaria, sim, os bancos, que seriam obrigados a decretar falência. Mas a medida extremista também afetaria gravemente todo o restante da sociedade."Essa ideia de Cantona não é nada engraçada. Ela colocaria todo o sistema em dificuldades, e as primeiras a serem penalizadas seriam as pessoas comuns, que não teriam mais acesso ao crédito", analisou Catherine Lubochinsky, diretora do mestrado em Finanças da Universidade Paris II - Panthéon-Assas. "O que ele quer? Que voltemos à uma economia medieval baseada na troca? Há meios de demonstrar insatisfação, mas esse seguramente não é o mais inteligente."Não foi a primeira vez que Cantona deu palpites em outras áreas além do futebol. No ano passado, ele comentou o endurecimento das políticas de imigração da França e disse que a criação de um ministério da Identidade Nacional era "coisa de idiota". Ele também participou de uma ampla campanha por mais acomodações dignas aos pobres, quando era seguidamente visto criticando as políticas do presidente Nicolas Sarkozy.

TERRA




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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

LaRouche Lança Aviso Internacional: Bolha Especulativa Brasileira Vai Explodir


Lyndon LaRouche Junior, político, economista e filósofo, nascido em New Hampshire em 8 de setembro de 1922.

Lyndon LaRouche, embora pouco conhecido fora dos EUA, vem sendo candidato à presidência dos Estados Unidos desde 1976.

15 de Março (EIRNS)—Num pronunciamento internacional pela web, feito em cinco idiomas, o economista de renome mundial Lyndon LaRouche avisou que a bolha de jogo cambial brasileira, no centro do sistema monetário internacional de Londres, vai explodir a qualquer momento, e que a Rússia e outras nações que esperam sobreviver devem juntar forças para impor uma abordagem global "Glass-Steagall" para uma reorganização através de bancarrota que aniquile essa bolha e todo o sistema imperial de espoliação.

Numa vídeoconferência explosiva que está sacudindo as capitais do mundo, LaRouche foi incisivo: “ Entrementes, há um perigo crescente de explosão da moeda brasileira. Essa explosão, agora iminente, significaria uma crise de quebra geral para todo o planeta.''

LaRouche identificou o papel central desempenhado pela espoliação do Brasil, prisioneiro do império britânico, no auto-destrutivo sistema monetário internacional estabelecido em agosto de 1971, com o fim do sistema de paridade fixa. “Naquele ponto, os britânicos organizaram uma conspiração financeira, centralizada na figura de Lorde Rothschild, chamada Grupo Inter-Alfa. Hoje o Grupo Inter-Alfa, que é baseado na especulação entre pessoas espanholas que não gostaríamos de conhecer, está no Brasil em torno do Banco Santander... O Grupo Inter-Alfa como um todo é o maior engodo neste planeta. E toda a economia britânica depende financeiramente desse logro, cuja principal base de operação está hoje no Brasil.

“O Brasil está falido, totalmente falido, mas é um estado oligárquico, no qual há uma pequena parte da população que é rica e poderosa, capaz de controlar as coisas; e a maioria da população, que odeia a minoria, que mora em outras áreas, num estado de conflito constante. Não é uma nação estável – vocês não a chamariam de nação democrática de jeito algum. É uma ditadura.

“Ele tem certa riqueza e poder”, continuou LaRouche, “mas! Tem um sistema financeiro que é um logro, e o sistema financeiro é esse Grupo Inter-Alfa, com base de operação em Londres, o principal veículo do império britânico...

“O Brasil representa um centro de jogatina com as moedas do mundo, que está falido e pronto para explodir!

“Se qualquer parte desse sistema explodir, e ele pode explodir a qualquer tempo, todo o sistema financeiro-monetário mundial não vai explodir, vai se desintegrar ! – de modo muito parecido com a grande idade das trevas na Europa do século XIV”, disse LaRouche.

“Portanto, o tempo está acabando. A questão não é de diferença de opiniões políticas. A questão é de escolha política, entre podermos sobreviver e estarmos condenados! E o tempo está acabando! Olhai os idos de março.”

LaRouche diz que esse Grupo Inter-Alfa – a mesma organização que conseguiu que o Presidente John F. Kennedy fosse assassinado e depois criou o chamado BRIC com Brasil, Rússia, Índia, China—como o grupo que controla posições vitais na Rússia de hoje e as pessoas que são “o principal empecilho para salvar a Rússia da destruição que ameaça atingi-la hoje, quando explodir a crise brasileira, e que acontecerá.”

“Em outras palavras, do jeito que essa crise vai, a crise financeira geral no mundo está a caminho de uma crise de ruptura - não uma depressão, mas sim uma crise de ruptura”, afirmou. “Não haverá nunca uma recuperação da economia no mundo, em qualquer lugar, enquanto esse perigo existir! Se não eliminarmos Wall Street hoje, ou o que seja equivalente a Wall Street hoje, os Estados Unidos não existirão, e teremos uma crise na qual nenhuma nação existirá como nação; entraremos em decadência.

Em sua edição de 5 de março, o EIR expôs a bolha de jogo cambial brasileira como um esquema Ponzi internacional baseado na espoliação até o osso da população e nação brasileira. Explicando para uma audiência estrangeira o infame incidente de Ronaldo, familiar a todos brasileiros ( em que o famosos astro do futebol foi pego com três travestis), o EIR avisou a Rússia, China e Índia em particular, para que lembrassem “que o que você vê nem sempre é o que você pega... não sejam enganados como Ronaldo. O jogo cambial brasileiro, como a “Andréia”, não é o que parece.


O Brasil tampouco conseguirá sobreviver sem arrebentar com o jogo cambial. Ouçam e circulem a vídeoconferência de LaRouche na web sobre “Os Idos de Março de 2010), acessível em www.larouchepac.com, em inglês, espanhol, francês, italiano e alemão. Para os que lêem em inglês, o artigo referido do EIR, “London's Brazil Carry Trade: Smoke, Mirrors--and Genocide,'' está disponível na página do Executive Intelligence Review AQUI.


FONTE




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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Pára e pensa.




Por imycena

Pára e pensa: a realidade do dinheiro

O dinheiro é hoje essencialmente virtual. Tem por realidade uma sequência de 0 e 1 nos computadores dos bancos. A maior parte do comércio mundial tem lugar sem papel-moeda, apenas 10% das transacções financeiras diárias correspondem a trocas económicas no “mundo real”. Os mercados financeiros constituem um sistema próprio de criação de dinheiro virtual, de lucro não baseado em criação de riquezas reais. Graças ao jogo dos mercados financeiros (que permite transformar em benefícios as oscilações das tendências), os cuidadosos investidores podem ser declarados mais ricos por uma simples circulação de electrões em computadores. Esta criação de dinheiro sem criação de riquezas económicas correspondentes é textualmente a definição da criação artificial de moeda que a lei proibe aos falsificadores e que a ortodoxia económica liberal proibe aos estados. É por conseguinte possível e legal para um número restrito de beneficiários. Para compreender o que é realmente o dinheiro e para que serve, invertemos o proverbial “tempo é dinheiro” para dinheiro é tempo. Dinheiro é o tempo. O que permite comprar o tempo do outro, o tempo necessário para produzir os produtos ou serviços que consumimos. Dinheiro sem a correspondente criação de riqueza (tempo) é falso.

Pára e pensa: os atributos do poder

As organizações multinacionais privadas dotam-se progressivamente dos atributos do poder dos estados: redes de comunicação, satélites, serviços de informações, ficheiros sobre os indivíduos, instituições judiciais. A etapa seguinte e final para estas organizações será obter a parte do poder militar e policial correspondente à sua nova potência, criando as suas próprias forças armadas porque os exércitos e polícias nacionais não são adaptados à defesa dos seus interesses no mundo. A prazo os exércitos são chamados a tornarem-se empresas privadas, prestadores de serviços a trabalhar sob contrato com os estados, ou não importa qual cliente privado capaz de pagar os seus serviços. Na etapa derradeira deste plano, os exércitos privados servirão os interesses das grandes multinacionais e atacarão os estados que não se dobrarem às regras da nova ordem económica. Em antecipação, este papel é assumido pelo exército dos Estados Unidos, o país melhor controlado pelas multinacionais.

Pára e pensa: estratégias e objectivos para o controlo do mundo

Os responsáveis do poder económico são quase todos do mesmo mundo, dos mesmos meios sociais. Conhecem-se, encontram-se, compartilham as mesmas visões e os mesmos interesses. Por conseguinte compartilham naturalmente a mesma visão do futuro ideal do mundo. Portanto é natural que atribuam a si próprios uma estratégia que sintonise as suas acções respectivas para objectivos comuns, induzindo situações económicas favoráveis à realização dos seus objectivos, nomeadamente:

* Enfraquecimento dos estados e do poder político. Desregulamentação. Privatização dos serviços públicos.
* Desobrigação total dos estados e da economia, incluindo sectores da educação, da investigação e a prazo, da polícia e do exército, destinados a tornarem-se sectores exploráveis por empresas privadas.
* Dívida dos estados mantida através da corrupção, de trabalhos públicos inúteis, de subvenções dadas às empresas sem contrapartida, ou às despesas militares. Após a montanha de dívidas acumuladas os governos são forçados às privatizações e ao desmantelamento dos serviços públicos.
* Precarização dos empregos e manutenção d’ um nível de desemprego elevado, mantido graças às deslocalizações e a globalização do mercado de trabalho. Isto aumenta a pressão económica sobre os assalariados, então prontos para aceitar não importa que salário ou condições de trabalho.
* Redução das ajudas sociais, para aumentar a motivação do desempregado a aceitar não importa que trabalho a não importa qual salário.
* Impedir a subida das reivindicações salariais no Terceiro Mundo mantendo regimes totalitários ou corrompidos. Se os trabalhadores do Terceiro Mundo fossem melhor remunerados, quebraria o princípio das deslocalizações e a alavancagem exercida no mercado trabalho e nas sociedades ocidentais. Isto é por conseguinte um ferrolho estratégico essencial que deve ser preservado custe o que custar. A famosa ” crise asiática” de 1998 foi desencadeada com o objectivo de preservar este ferrolho.

Pára e pensa: a informação desapareceu

Desde o início dos anos 90, a informação desapareceu progressivamente dos meios de comunicação social destinados ao grande-público. Os noticiários emitidos pela televisão continuam a existir mas foram esvaziados de conteúdo. Um jornal emitido por televisão contém no máximo 2 a 3 minutos de informação verdadeira. O resto é constituído de assuntos ” magazine”, de reportagens anedóticas, factos diversos, curiosidades e reality-shows sobre a vida diária. As análises de jornalistas especializados, bem como as emissões de informação quase foi totalmente eliminada. A informação reduz-se doravante à imprensa escrita lida por uma minoria de pessoas. O desaparecimento da informação é o sinal tangível que o nosso regime político alterou de natureza.

Pára e pensa: a ilusão da democracia

A democracia já deixou de ser uma realidade. Os responsáveis das organizações que exercem o poder real não são eleitos e o público não é informado das suas decisões. A margem da acção dos estados é cada vez mais reduzida por acordos económicos internacionais sem que os cidadãos sejam consultados ou informados. Todos os tratados elaborados nestes cinco últimos anos (GATT, OMC, AMIGO, NTM, NAFTA) visam um objectivo único: a transferência do poder dos estados para organizações não eleitas num processo chamado ” globalização”. Note-se que proclamar a suspensão da democracia provocaria uma revolução, assim foi decidido manter uma democracia de fachada e paralelamente deslocar o poder real para novos centros. Os cidadãos continuam a votar, mas o seu voto foi esvaziado de qualquer conteúdo. Votamos por responsáveis sem poder real algum, como tal não há diferença alguma entre um programa político de “esquerda” ou de “direita”. Para resumir, nós não podemos escolher o prato mas podemos escolher o molho. O prato chama-se “nova escravatura” com molho de direita apimentada ou molho de esquerda agridoce.

Pára e pensa: a anatomia do Poder

Os verdadeiros mestres do mundo não são mais os governos, mas os líderes dos grupos multinacionais financeiros ou industriais e das opacas instituições internacionais (FMI, Banco Mundial, OCDE, OMC, bancos centrais). Ora estes líderes não são eleitos apesar do impacto das suas decisões sobre a vida das populações. O poder destas organizações exerce-se à dimensão planetária, enquanto que o poder dos estados é limitado à dimensão nacional. Além disso, o peso das sociedades multinacionais nos fluxos financeiros há muito excedeu o dos estados, são também as principais fontes de financiamento dos partidos políticos de todas as tendências e na maior parte dos países, estas organizações estão de facto acima das leis e do poder político, acima da democracia.


...

A equipe do NarizVirtual ® achou interessante divulgar este texto que está circulando por e-mail por considerá-lo bastante pertinente.

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