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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Inteligência Seletiva




Por que a maioria das pessoas consegue perceber determinadas coisas acontecendo mas são incapazes de perceberem outras, absolutamente iguais
mas em lugar diferente?


domingo, 29 de agosto de 2010

Que burro, dá zero pra ele!



O garoto Chaves acredita que está rico porque tem um vale de 1 milhão de Cruzeiros.

Um pedaço de papel colorido com um valor atribuído a ele.

Quem acreditaria numa coisa dessas?

Quem mais acharia que um pedaço de papel colorido
tem algum valor real?

Ele supõe que o Kiko seja "rico" e por isso pode assinar
um papel colorido com um valor impresso nele.

Como se o Kiko fosse um "banco" ou algo assim, não é?

Que burro, não?


Zero pra ele..



...ou para todos nós?
sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A mídia é sua referência?



Você quer ser rico e "famoso"?
Mas por que "famoso"?
Quer ser reconhecido pelo seu trabalho/talento
ou quer simplesmente ser "reconhecido"?

Quer ser parado na rua, ser apontado, quer que
venham falar com você quando reconhecerem teu rosto?

Para isto, não precisa fazer nada de bom.


Políticos ladrões(perdõe o pleonasmo), assassinos,
sequestradores, também aparecem na TV o tempo todo.
Também dão entrevistas rodeados de microfones,
são fotografados efusivamente e etc.

A Mídia(jornais, TV, revistas) não reconhece ninguém
pelo bom ou mau serviço prestado.

Ela apenas se utiliza da imagem vender o que quer.

E ela vende OPINIÃO.

Você não precisa comprar uma, você já deveria ter a sua.

Voltemos à "fama".

Na capa da revista, sai o ator que está "na moda" e também
o ator que bateu na esposa.
Sai a atriz bonita e talentosa e a cantora drogada, deixando a
clínica de reabilitação.

Entenda que aquilo lá é a opinião e visão de outros.

Mas você quer reconhecimento pelo seu talento.
Você quer que os OUTROS digam que você é bom
assim como os "outros" dizem que os "famosos" são bons.

Aí sim você se sentirá reconhecido, não é?

Mas a visão de "bom ou ruim" é tão relativa e pessoal
que não podemos tomar a dos outros como verdade.


Você é reconhecido de verdade quando expressa a
sua verdadeira personalidade.
A sua verdadeira Unidade.
No trabalho, na vida social, na vida amorosa, em tudo.

O lance todo é ser único, ser original.

Quando você faz do seu jeito, do jeito que você acha bom,
do jeito que você acha bonito, você é original.
E é aí que você é reconhecido.

Não vê o quanto você admira as pessoas
que se expressam de forma original?

Famosas ou não.

Então é melhor passarmos a nos preocupar
com o nosso verdadeiro público.

A nossa consciência.

Ah, e quando você não agrada, ela também vaia e joga tomates.
sábado, 14 de agosto de 2010

Sopa de letrinhas


Quem te informa?


A INTERNET trouxe uma nova forma das pessoas se manterem informadas.

Quando abrimos um portal de notícias, clicando aqui e ali, estamos buscando informações que são interessantes para nós.

E uma coisa leva à outra. Um link leva ao outro.
Algumas vezes temos que salvar a página em que estamos porque nem sabemos como chegamos até ela.

Mas ainda sim, o que rege e choca as pessoas são as notícias
veiculadas pelos velhos meios de sempre: Rádio, TV e imprensa escrita.

Mas quem disse que eles nos dizem aquilo que devemos saber?
Quem separa e resolve publicar as notícias que saem nos jornais,
telejornais, revistas semanais e etc?

É o Editor ou o Editor-Chefe daquele veículo de comunicação.

E você já deve ter visto por aí alguém falar que
"notícia de internet não é confiável".

Mas por que?

Porque o editor-chefe é você.

É você quem escolhe o que vai ler ou não.
É você quem sabe o que lhe interessa naquele momento.

E para eles, VOCÊ que não é confiável.

Clicando aqui e ali, vai acabar lendo o que não deve.
Vai acabar vendo algo e pensando: "Mas porque a TV não me contou isso?"

Mas você ainda está condicionado a achar que aquilo ali
é a sua melhor fonte de informação.

Por que você ainda liga a TV todos os dias para ver menos de 1 hora de
notícias que ninguém perguntou se lhe interessavam?

Você está interessado em saber se o goleiro matou a amante,.se a menina
foi jogada pela mãe, pai ou madrasta, se o amante matou a advogada ou coisa parecida?

Você pode ter ficado interessado no desfecho desses casos
tanto quanto fica interessado num desfecho de novela.

Tanto nesses casos quanto na novela, o final não tem influência alguma na sua
vida e pior, você não tem influência alguma nesse final.

A Europa está passando por uma de suas piores crises financeiras e
muitos países ricos como Portugal e Espanha estão quebrando.
O Euro que já valeu cerca de R$3,60, está valendo cerca de R$2,77.

Imagine se o apresentador do seu telejornal favorito começasse
o programa empostando a voz e falando:

"A Pior crise financeira na Europa nos últimos anos etc, etc etc..."

Então você mudaria de canal e veria outro apresentador de jornal
falar da "pior crise financeira da Europa e etc. E daí no outro dia
você veria na banca de jornais, os principais jornais impressos do país
com as manchetes todas falando dessa crise.

O que as pessoas estariam comentando na rua? O que seria o assunto no bar?
O que você comentaria em casa, no trabalho, escola, com o vizinho?

O Assasinato de alguém que você não conhece e que não muda nada
em sua vida ou a crise do velho continente que pode ter influência
direta no seu dia-a-dia?

Por que você aceita que te informem como mendigos
aceitam sopa nas noites de inverno?

Se o dólar ou o euro quebram, o caos econômico estará instalado no mundo.
Os bancos pequenos quebram e as pessoas tentam sacar o seu suado dinheirinho
e são informadas de que o banco "não tem dinheiro" para pagá-las.

As empresas começam a demitir funcionários porque também não tem dinheiro.

Tudo isso influencia na sua vida.

Mas e se descobrem que quem matou a moça foi o mordomo,
você perde o seu emprego? Perde o seu dinheio no banco?

Então, faça a sua própria sopa de notícias por aí, meu amigo.
E não fique preso em portais das mesmas empresas que noticiam pela TV.

A INTERNET, por enquanto, ainda é LIVRE.

Bom apetite!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O Vendedor de Pão


Estamos sempre propensos a achar que se alguém nos deve
algo, devemos cobrar.

E parece que quanto mais nós sabemos(ou achamos) que não seremos
"pagos", mais nós cobramos.

Chegamos ao ponto de odiar alguém quem não nos pagou.


Mas vamos tentar ver isso de outra forma:

Deixe-me contar uma pequena "fábula urbana":


Este sujeito, de aparência estranha, quase assustadora, trabalha
vendendo o pão nosso de cada dia. O Pão de todos, de todos os dias.

Passava de lá pra cá e daqui pra lá com seu carrinho
enferrujado, lotado de pães e bolos, gritando:

- Olha o pão caseiro!

Mas noto algo estranho: Ninguém paga. Todos "penduram" a conta.
Sim, todos compram fiado do humilde vendedor de pão.

Aí, eu penso:
- Como faz este homem para ganhar seu dinheiro?
- Como arruma condições de fabricar seus pães?

Numa de duas idas e vindas pela rua esburacada, o vendedor
pára e começa a conversar com um morador que estava sentado ali na calçada.
Sorridente, ele mostra o carrinho vazio ao também humilde vizinho:

- Olha só! Não sobrou um!

O pensamento que me vem é óbvio:
"Por que o homem está tão feliz de ter "vendido" os pães, se ninguém pagou?"


O vizinho o cumprimenta pelas vendas e pergunta como vão os negócios:

O Vendedor de pães responde:

- Olha, vão muito bem, viu?
Há pouco tempo estava muito mal pois ninguém me pagava.

- Claro, ele não cobra! - Pensei.

O vendedor prossegue:
- Ninguém me pagava, até que um dia eu cheguei para "Deus" e disse:

Olha, o Senhor sabe o que eu vou falar não é?
Mas eu não vou falar o que o senhor está pensando.

Só quero que o senhor abençõe a todos os meus clientes,
para que eles tenham dinheiro para me pagar, para que eles tenham
dinheiro para comprar pães porque, se eles me derem serviço,
eu terei dinheiro também.

- Na semana seguinte, os que me deviam começaram
a pagar e pedir mais. O cara ali daquela casa
me devia mais de R$200 e pagou tudo à vista!
Agora ele me pede mais de R$50 de pão toda
semana, uma maravilha!

***

Por que nunca desejamos o bem a quem nos deve?
Por que muitas vezes insistimos em cobrar
quem não pode nos pagar?

E não estou falando só de dinheiro.

Dinheiro, afeto, amor, atenção, etc..

"Tomara que aquele vagabundo quebre a cara e feche a empresa
dele, pra ele aprender a não ser caloteiro"

Isso causa uma sensação boa em você?
Você será premiado se o outro falir?
Ele vai te pagar estando falido?

"Tomara que o cara lá tenha bastante serviço e bastante
dinheiro e pague o que combinamos"

Não é melhor?

O que nós vivemos é um reflexo do que sentimos.

Você vive cobrando a todos mas, no fundo,
está cobrando a si mesmo.

Ou talvez você esteja em dia com as prestações,
com as contas do banco mas...

...está em dia com o afeto, carinho e amor para com os outros?
Já pagou a sua "prestação" de benevolência este mês?


Pense bem.
Pense o bem.
quinta-feira, 29 de julho de 2010

O Carrossel da Vida.




Todos nós nascemos, crescemos e vivemos buscando praticamente as mesmas coisas: escola, faculdade, emprego, casamento, filhos, etc...

Bilhões de pessoas no mundo buscando as mesmas coisas, ao mesmo tempo, umas depois das outras.
Mas será que existe espaço pra todo mundo?

Espaço? Oportunidade?
Qual a sua noção de "espaço" e "oportunidade"?
Quantas grandes empresas e indústrias existem no mundo?
Quantas pessoas estão querendo as mesmas vagas nos mesmos lugares?
Haverá lugar pra todo mundo ali?

Enquanto uns estão estudando para conseguir uma vaga dessas,
outros já estão se formando, outros estão se pós-graduando
e assim vai. Parece que sempre tem alguém na sua frente, não é?

Bem, vamos olhar a vida(aquela que estamos acostumados a chamar de vida)
como se fosse um Carrossel num parque de diversões.

Todos nós estamos sendo preparados para andar naqueles cavalinhos.
Aqueles cavalinhos coloridos representam o mercado de trabalho,
os relacionamentos ou a vida social que nós conhecemos como "normal".

Mas e aí, existem cavalinhos suficientes para todos andarem?

Todos nós somos colocados ali quando somos crianças,
num sistema de educação totalmente falido e ultrapassado.
Para que estudamos tantos anos na escola convencional?
A resposta é simples: Estudamos do primário ao 3º ano do ensino médio
para sermos operários. Sim, é isso mesmo.
Pode olhar e pesquisar com mais calma como, quando e porque esse
sistema foi implantado no mundo inteiro.

Mas aí chegamos ao final da nossa era escolar e o que ganhamos?
Estamos preparados para que?
Há alguns séculos, estaríamos prontos para sermos operários
em alguma indústria mas, hoje em dia, nada.

São anos de nossas vidas, jogados no lixo.
Mas, calma!
Anos, dias, semanas, tempo.. o que é isso pra você?
Veja como essas unidades são medidas e se isso faz sentido pra você.
Jesus não nasceu no dia nem no ano que dizem ter nascido, então
pode jogar o seu calendário pela janela.

Agora pense: Como você mede o tempo? Com o relógio, não é?
O relógio mede o tempo como? Qual a referência?
"Ah, é o sistema de rotação da terra, que leva um dia completo"

Dê uma pesquisada aí na internet e veja que o movimento
de rotação da Terra, leva mais ou menos 23 horas, 56 minutos,
4 segundos e 9 centésimos.

Então, espera aí! Não leva 24 horas exatas?
Quem vai nos devolver todo esse tempo que estão nos roubando?

E se a Terra oscilar no seu movimento de rotação ou no de translação,
o meu relógio vai mudar também? Se a Terra girar mais rápido ou devagar,
o meu relógio acelera ou atrasa?

É claro que não.
(O movimento de translação também não dura 1 ano exato)

Então por que vivemos preocupados com essa medida?

Vamos voltar ao Carrossel:
Em várias situações da vida, por vários motivos, nós
acabamos caindo deste Carrossel ou somos jogados pra fora.

Perdemos o emprego, entramos em falência, nos divorciamos,
não temos dinheiro para fazer uma faculdade, uma pós, um mestrado um curso técnico, etc..

Aí ficamos ao lado do Carrossel, olhando pra ele, para quem
está dentro dele e nos sentimos mal por não estarmos lá.
Parece que as pessoas sentadas em seus cavalinhos coloridos,
nos olham com pena, as vezes até com desprezo porque agora somos "desempregados", "vagabundos", "perdidos" etc..

Tudo porque caímos fora do Carrossel.

E daí tentamos voltar pra dentro dele. Pulamos, nos atiramos
de cabeça, tentamos agarrar no pé de algum cavalinho, etc.
E tem gente que consegue, não é?

Logo que perde um emprego já arruma outro, faz um empréstimo,
casa com alguém de "destaque" ou arruma uma indicação.
Ou seja, a pessoa pulou pra dentro e conseguiu se segurar
no Carrossel. Agora está toda feliz porque voltou a "viver".

Mas você que está aí de fora, olhando aqueles cavalinhos coloridos
girarem e girarem tão alegremente, dê um passo para trás.
Dê um giro de 180º e olhe ao redor de você.

Existe um Parque de diversões enorme, cheio de brinquedos,
cada um para um tipo de pessoa, cada um proporcionando um tipo
de emoção ou um tipo de sentimento.

De repente o Carrossel parece o brinquedo mais sem graça do Parque, não é?

Parece algo tão bobo.
Tão sem sentido ficar girando ali sem ir a lugar algum.
O máximo que você consegue ali é mudar para um cavalinho melhor,
mais bonito, mais confortável. Mas o brinquedo é o mesmo.
Todos giram e giram da mesma forma, sem chegar a lugar algum.

Pode ser divertido por um tempo, se você souber andar nele, mas e aí?
É isso que você quer?

Você caiu deste brinquedo e vai ficar tentando voltar pra ele?
E aí?

Você vai ficar tentando voltar ao Carrossel ou vai
curtir todos os outros brinquedos do Parque?

Porque a vida é um maravilhoso Parque de diversões.

Não limite a sua vida a um brinquedo só.


Postado por Pedro
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