quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Popularidade de Obama segue em baixa


Obama "chumba" na gestão da crise

Os resultados foram hoje divulgados na sequência de uma sondagem realizada pela GfK, uma das maiores companhias de estudos de mercado, para a agência de notícias Associated Press (AP), e revelam que a avaliação da administração de Barack Obama – não necessariamente do presidente – continua a descer e a quebrar novos mínimos.

A onze semanas das eleições intercalares de 2 de Novembro, apenas 41% dos norte-americanos inquiridos diz concordar com a política seguida pela Casa Branca para debelar a crise. A última sondagem comparável, realizada em Abril, revelava uma taxa de aprovação de 44%.

Em alta está também a percentagem, agora em 61%, dos que consideram que a economia piorou ou ficou na mesma sob o comandos da nova administração.

Ainda assim, sublinha a AP, três quartos dos inquiridos concedem ser irrealista esperar melhorias significativas na economia em apenas 18 meses de gestão Obama, ao passo que a popularidade do presidente permanece inalterada, com 49% dos inquiridos a responder que gosta do homem que está à frente dos destinos dos Estados Unidos.

Eleições em NovembroOs democratas, que neste momento controlam as duas câmaras, preparam-se para uma luta renhida com os republicanos em Novembro, quando a Câmara de Representantes será renovada, bem como um terço do Senado e vários lugares de governadores de Estados.
Os democratas, que neste momento controlam as duas câmaras, preparam-se para uma luta renhida com os republicanos em Novembro, quando a Câmara de Representantes será renovada, bem como um terço do Senado e vários lugares de governadores de Estados.

A castigar as aspirações de manter uma maioria democrata tem estado a evolução recente do mercado de trabalho. Há décadas que a economia norte-americana surpreende pela capacidade de recuperar postos de trabalho destruídos durante as recessões. Desta feita, porém, o emprego está a repor-se mais lentamente e, em consequência, a retoma económica tenderá a ser bem mais gradual do que o previsto.

Depois de ter atingido 10,1%, o valor mais alto dos últimos 26 anos em Outubro passado, a taxa de desemprego foi cedendo, à medida que as empresas voltaram a contratar a uma média que atingiu os 200 mil trabalhadores mensais em Março e Abril.

A partir daí, contudo, o ritmo de novas contratações mensais desceu a pique para 51 mil durante os últimos três meses, sinalizando que a economia norte-americana levará provavelmente muito mais tempo do que o estimado até conseguir reabsorver os oito milhões que foram atirados para fora do mercado durante a Grande Recessão.

Os economistas regularmente consultados pela Bloomberg reviram na semana passada as suas previsões, tornando-as mais sombrias. Calculam agora que a taxa de desemprego média persista em torno dos 9,6% neste ano, antes de baixar ligeiramente para 9,1% em 2011. Já o PIB norte-americano deverá progridir a uma taxa de 2,55% na segunda metade deste ano, contra os 2,8% anteriormente estimados.

Fonte: Jornal de Negócios

2 comentários:

Paulo Dandrea disse...

obama com cigarrinho.. é muito boa a foto..

esse povo dos eua dorme no ponto.. Popularidade igual??

estranho viu.. tem muita gente falando mal dele e a popularidade dele continua alta?

estranho.. eu acho q isso é manipulação das pesquisas dele.

.. ai vc pode dizer.. Mas bush teve a popularidade baixa.. todo mundo sabia..

sim, era proposital tb.. era pra todo mundo ter o obama como o salvador.. tudo manipulação!

Pedro H. disse...

Lembre das primeiras postagens do NAriz Virtual...

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