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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Cesta básica sobe em 17 capitais; São Paulo tem a mais cara

O custo dos alimentos básicos para uma família subiu em todas as 17 capitais brasileiras onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realizou pesquisa em novembro. A capital paulista segue com o maior valor para a cesta básica (R$ 264,61), seguida por Manaus (R$ 250,56) e Porto Alegre (R$ 249,78).

Apenas em duas capitais o valor ficou abaixo de R$ 200: Aracaju, com R$ 179,78, e João Pessoa, com R$ 193,49. Em novembro, os aumentos foram expressivos em Manaus (9,28%), Fortaleza (8,03%), Vitória (6,70%) e Brasília (5,57%), enquanto as menores variações foram verificadas em Porto Alegre (1,04%), Belém (2,02%), Natal (2,42%) e Salvador (2,66%).

Os preços da carne e do açúcar tiveram peso significante na elevação dos custos. A carne ficou mais cara em 16 capitais em novembro, com alta de 19,12% em Fortaleza, 15,32% em Vitória e 12,33% em São Paulo. Já o açúcar apresentou os maiores avanços em Salvador (14,21%), São Paulo (13,16%) e Manaus (12,64%). O Dieese também destaca o aumento no pão, óleo de soja e leite. Por outro lado, o tomate ficou mais barato.

Levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deveria suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima que o salário mínimo do País deveria ficar em R$ 2.222,99, o que corresponde a 4,35 vezes o mínimo vigente de R$ 510.

A alta no custo da cesta básica fez crescer também o total de horas que o trabalhador que ganha salário mínimo precisou cumprir para adquirir a cesta básica. Em novembro, a jornada necessária chegou a 98 horas e 12 minutos na média das 17 capitais pesquisadas, enquanto em outubro eram necessárias 94 horas e 11 minutos.

TERRA

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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Food Matters - Documentário

Altamente indicado para os pacientes de câncer, depressão e outras doenças crônicas, assim como para qualquer pessoa que queira ter uma vida saudável. O filme confronta a medicinal tradicional com a ortomolecular, a medicina baseada na nutrição. Mostra quão equivocada está a nossa maneira de tratar as doenças.

O filme também mostra o ciclo vicioso da agricultura extensiva, que acaba com os nutrientes do solo, formando plantas mais frágeis aos ataques de pestes, que acaba levando a aplicação de pesticidas, que as contaminam, que acabam envenenando quem as come, que se tornará mais fraco e buscará medicamentos. A perda de nutrientes pelo envelhecimento da comida através do transporte e pela própria carência de minerais do solo e o processo de cozimento dessa comida, que acaba com os elementos essenciais para a vida, contribui ainda mais para esse terrível quadro nutricional.

Você sabia que 70% dos pacientes de qualquer estágio de câncer tratados com quimioterapia, radiação ou cirurgia morrem em menos de 5 anos? E que mais da metade dos pacientes em estado avançado de câncer tratados com vitaminas e com alimentação baseadas muitos vegetais crus sobrevivem?

Nessa história, os únicos que ganham são as indústrias químicas e farmacêuticas, que contam com a desinformação da sociedade.
(Comentário original: Docverdade)



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